domingo, 13 de novembro de 2011

A SAUDADE SÓ É, AFINAL, O AMOR QUE FICA!

A SAUDADE SÓ É, AFINAL, O AMOR QUE FICA!
Foi um longo e gelado inverno este... não tive ânimo para fazer nenhuma nova postagem, apesar de haver bastantes coisa a divulgar! Vivo um luto doloroso: mamãe se foi... papai também. Ficamos órfãos, eu e meus irmãos.
Eu sei que a dor se abranda que o tempo acomoda a saudade, mas por enquanto há uma tristeza profunda que me fragiliza e me deixa apática... pusilânime.

A morte não é nada, só passei por este mundo, seguirei sendo eu, seguirão sendo vocês
Seguirei sendo o que era para vocês.
Deem-me o nome que sempre me deram, falem comigo como sempre fizeram. Não falem em tom solene e triste, sigam rindo de tudo que nos fazia sorrir.
Rezem, sorriam, pensem em mim.
Que meu nome seja pronunciado como sempre foi, sem nenhuma ênfase, sem nenhuma sombra de tristeza.
A vida é o que sempre foi, o elo não se rompeu.


"Se eu pudesse eu queria outra vez, mamãe, começar tudo, tudo... de novo!"
Por que estaria eu fora do pensamento de vocês agora que já não podem me ver?
Não estou longe, apenas do outro lado do caminho, não chorem se me amavam! Se conhecem o dom de Deus e o que é do céu! Se podem ouvir o cântico dos anjos e me verem entre eles!
Vocês que ficaram aí, sigam em frente, a vida continua bela e linda como sempre. A saudade só é, afinal, o amor que fica.
(Santo Agostinho. Adaptado)




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