domingo, 13 de novembro de 2011

MEU QUERIDO, MEU VELHO, MEU AMIGO

MEU QUERIDO, MEU VELHO, MEU AMIGO
Esses seus cabelos brancos, bonitos, esse olhar cansado, profundo
Me dizendo coisas, num grito, me ensinando tanto do mundo...
E esses passos lentos, de agora, caminhando sempre comigo,
Já correram tanto na vida,
Meu querido, meu velho, meu amigo
Sua vida cheia de histórias e essas rugas marcadas pelo tempo,
Lembranças de antigas vitórias ou lágrimas choradas, ao vento...
Sua voz macia me acalma e me diz muito mais do que eu digo
Me calando fundo na alma
Meu querido, meu velho, meu amigo
Seu passado vive presente nas experiências
Contidas nesse coração, consciente da beleza das coisas da vida.
Seu sorriso franco me anima, seu conselho certo me ensina,
Beijo suas mãos e lhe digo
Meu querido, meu velho, meu amigo
Eu já lhe falei de tudo,
Mas tudo isso é pouco
Diante do que sinto...
Olhando seus cabelos, tão bonitos,
Beijo suas mãos e digo
Meu querido, meu velho, meu amigo.
(Roberto Carlos e Erasmo Carlos)
Disponível em  musicas.mus.br   , acessado em 02/08/2011

Nós te amamos, papai!

A SAUDADE SÓ É, AFINAL, O AMOR QUE FICA!

A SAUDADE SÓ É, AFINAL, O AMOR QUE FICA!
Foi um longo e gelado inverno este... não tive ânimo para fazer nenhuma nova postagem, apesar de haver bastantes coisa a divulgar! Vivo um luto doloroso: mamãe se foi... papai também. Ficamos órfãos, eu e meus irmãos.
Eu sei que a dor se abranda que o tempo acomoda a saudade, mas por enquanto há uma tristeza profunda que me fragiliza e me deixa apática... pusilânime.

A morte não é nada, só passei por este mundo, seguirei sendo eu, seguirão sendo vocês
Seguirei sendo o que era para vocês.
Deem-me o nome que sempre me deram, falem comigo como sempre fizeram. Não falem em tom solene e triste, sigam rindo de tudo que nos fazia sorrir.
Rezem, sorriam, pensem em mim.
Que meu nome seja pronunciado como sempre foi, sem nenhuma ênfase, sem nenhuma sombra de tristeza.
A vida é o que sempre foi, o elo não se rompeu.


"Se eu pudesse eu queria outra vez, mamãe, começar tudo, tudo... de novo!"
Por que estaria eu fora do pensamento de vocês agora que já não podem me ver?
Não estou longe, apenas do outro lado do caminho, não chorem se me amavam! Se conhecem o dom de Deus e o que é do céu! Se podem ouvir o cântico dos anjos e me verem entre eles!
Vocês que ficaram aí, sigam em frente, a vida continua bela e linda como sempre. A saudade só é, afinal, o amor que fica.
(Santo Agostinho. Adaptado)