sexta-feira, 24 de abril de 2009



Para inaugurar o meu blog, um espaço para colocar inclusive minhas indignações, vou registrar a minha indignação com o "mause" dessa máquina.
Tenho poucas, e muito poucas habilidades com a tecnologia, e fiquei muito estressada até concluir esse trabalho, por conta bastante do "mause"... que não rola! Droga!
Estou tentando me incluir na "modernidade", fazendo essa atividade, aprecio demais as relações interpessoais para me deter em frente à maquina e ficar por longo tempo teclando. Tenho, muito arraigado, o hábito de escrever a lápis e ler com o papel entre as mãos.
Contudo, hoje, na aula do PRÓ-INFO da escola fui "convencida" da necessidade dessa atualização e uso desses recursos.
Só para inaugurar e cumprir a atividade proposta pela professora de informática... Até.

2 comentários:

  1. Cleo,
    Concordo contigo na substância do que dizes! Também sou fascinado por cores, cheiros, gostos e na essencialidade do toque da pele. Sem isto, a vida seria muito, muito pequena, insignificante. No entanto, as ferramentas da informática que agora passas a explorar por necessidade e com maior intensidade, doravante se tornarão indispensáveis na facilitação das atividades cotidianos da humanidade. Elas não só nossas competidoras, ainda que, eventualmente, provoquem dilemas sociais terríveis. Precisamos, todavia, para lidarmos bem com elas ter muito claro o seguinte: ferramentas são máquinas, não pensam, não agem por si, são, portanto, burras. Nós determinamos, sempre, o que elas deverão fazer!
    Um beijão. Bem legal este teu espaço.

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  2. Cleo,
    acredito que tenho visitado mais a este teu espaço do que tu própria. Quero sempre ver mais palavras brotadas da tua inteligência. Tu me fizeste teu seguidor e agora me deixas à míngua. Isto não está certo! Venhas mais aqui, por favor, afinal o espaço é teu. A propósito, e me perdoes o atrevimento: a despeito da idade que dizes ter, és de uma beleza invulgar. Quero sair deste espaço virtual e te encontrar pessoalmente. Posso? Quero ouvir palavras de ti, muito mais do que lê-las! Um abraço.

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