sábado, 26 de fevereiro de 2011

PRÊMIO LITERÁRIO LEGISLATIVO DE CAÇAPAVA DO SUL

2º Prêmio Literário Legislativo de Caçapava do Sul



Desde o dia 21 de fevereiro até dia 08 de abril de 2011, estão abertas as inscrições para o 2º Prêmio Literário de Caçapava do Sul, uma parceria da Câmara de Vereadores e da Casa do Poeta de Caçapava (CAPOCAÇA).
O tema é livre, o gêneros poesia e crônica. Têm como público alvo estudantes do ensino fundamental e médio, acadêmicos e comunidade em geral.
Cada concorrente poderá participar com até 03 trabalhos em cada gênero. O resultado será divulgado na XXI  Feira do Livro, no mês de maio de 2011, ocasião em que ocorrerá a solenidade de premiação dos vencedores e lançamento do livro com sessão de autógrafos.
Os trabalhos deverão ser entregues em Caçapava do Sul, rua General Osório, 738 (55 - 9647 3315; em São Sepé, no Instituto Acácia, à rua Coronel Veríssimo, 920 (55 - 3233 1421; em Santana da Boa Vista, na Casa de Cultura Januária Freitas, à rua Av. Prefeito Antônio Cândido de Freitas, s/nº - centro, (53 - 32581314). Maiores informações nesses mesmos locais.
Os trabalhos deverão ser identificados com um Pseudônimo e apresentados como segue: Word; folha A4; 03(três) vias impressas e uma cópia de cada trabalho gravado em CD; letra Arial; tamanho 12; espaço entre linhas 1,5; com no máximo 30 linhas (Poesia) e 45 linhas (Crônica). O autor deverá ainda entregar 01 foto 3X4 e um breve histórico sobre sua vida literária ou pessoal gravado no CD.
O PRIMEIRO PRÊMIO que aconteceu em maio de 2010, foi MEUUUUUUUUU. Ganhei o prêmio DESTAQUE. E o Segundo que me aguarde... estou indo!

Algumas fotos do 1º prêmio...

Uma capa para meu álbum...
O troféu... Meu prêmio!!!
A Lei...
A Capa do Livro
O pretígio da Secretária de Educação de São Sepé...
Um autógrafo para a Analice...





Jornal do Pampa - Caçapava do Sul

Jornal A Palavra de São Sepé
A Fonte - Jornal de São Sepé...
A escritora premiada!!! Rsrsrs...



O texto -  premiação máxima ... Destaque


Análise do texto, pelo escritor  por Nélson Correa, da Casa do Poeta de Santa Maria.




domingo, 13 de fevereiro de 2011

Férias!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Estive em férias!!! Período curtíssimo, pois durante todo mês de Janeiro ainda tive aulas do curso Mediadores de Leitura na Bibliodiversidade, da UFRGS. Foi excelente, mas me furtou muitos dias das férias.
Longe do telefone, longe do computador, longe de tudo... Passei ótimos dias em Lavras do Sul, onde tenho amigos e saudosas lembranças da minha infância vivida lá.
"Águas que brotam serenas..." - Rio Camaquã

Praia vista de casa.

Manhãs de leitura...



"As Parceiras" de Lia Luft...




quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

ENFIM, A MONOGRAFIA!!!!!

A DEFESA


Dia 23/12/2010, dia de, enfim "defender a monografia"... defender! 
O verbo defender causa-me a sensação estranha de ver a Monografia entrando no tribunal, algemada... olhos esbugalhados, jurando inocência, dependendo apenas do meu testemunho para ser absolvida.
Prefiro o verbo apresentar, é mais leve, menos impactante.
Mas, defendendo ou apresentando, lá estive eu e ela (a Monografia!) diante dos Doutos, a espera de nossa sentença. Fomos absolvidas!!!! Ufa, já era tempo.
Jornal A FONTE, 08/01/2011, São Sepé

A CARTOMANTE ( Intertextualização com texto de Machado de Assis)

A CARTOMANTE ( Intertextualização com texto de Machado de Assis)


AS CARTAS NÃO MENTEM... JAMAIS!
Cleana E. C. Brum



         Idos de 1983. Na pequena casa, na zona central da cidade, a mulher angustiada limpava a louça do almoço. Tinha ficado inquieta com os comentários feitos por sua mãe, a respeito de companhias com quem havia se acompanhado ao show infantil no qual levara seus filhos no dia anterior.  A mãe lhe aconselhou a não mais sair em companhia da vizinha Alice e de seus sobrinhos, também pequenos, regulando em idade com seus filhos. O “conselho” caiu como um raio, foi fulminante.
         Louça lavada, panelas bombrilhadas, refletiam sua imagem um tanto fora de forma, embora sua pele e seus cabelos fossem bem tratados.
         A mulher resolveu que aproveitaria a ausência do marido, que estava para o interior, ocupando-se de lidas agropecuárias, iria à casa da famosa cartomante Eliane, que morava em bairro distante do centro. Eliane morava próximo ao cemitério municipal, bem longe do centro. Não a conhecia, nunca tinha visto antes aquela figura cheia de mistérios e segredos, inclusive o seu.
         Lembrou-se do que suas amigas e clientes (a mulher era consultora de beleza de famosa marca de cosméticos) contavam a respeito da competência dessa cartomante em desvendar segredos e apontar soluções. Qual seria o mistério que havia na fala de sua mãe? Será que...? Será...?
         Considerou a distância, o sol que estava cáustico, o pouco dinheiro. Mas a ansiedade era maior. Decidiu-se por desviar aqueles 5 cruzeiros que guardava para gastar com seus cosméticos. Vestiu uma camiseta com mangas e decote que a protegessem do sol. Óculos escuros, cabelos presos em um rabo de cavalo. Bermuda vermelha e branca em xadrez miúdo, nos pé, havaianas. Um visual comum, incapaz de despertar atenção. Em momento algum do trajeto, que faria a pé, poderia encontrar algum conhecido, logo saberiam onde estaria indo. O marido não a perdoaria por estar gastando com essas bobagens. Suas amigas e conhecidas iam lá com frequência, mas iam de carro, assim não eram vistas a caminho da “madame” e seus maridos jamais suspeitariam, pois estacionavam carros em frente ao cemitério!
         Distância vencida, sem olhar para lado nenhum, não podia correr o risco de encontrar conhecidos, logo saberiam que ela estaria indo à cartomante, afinal para aqueles lados era a cartomante ou o cemitério. Não queria as indagações que as pessoas inescrupulosamente fazem a respeito de andar-se por “aqueles” lados. Também tinha a vergonha de ir à cartomante.
         Chegou. Suada e vermelha, sua pele era muito alva, sensibilizava-se ao sol. Apesar do estado físico que chegara teve a sorte de não encontrar nenhum conhecido pelo caminho e melhor, na sala de espera só ela.
         Um rádio ligado para confundir os sons. Então começou a agonia da espera na antessala. Na aflição da espera começou a lembrar um conto que leu certa vez. Era um conte Machado de Asssis, “A Cartomante”. Por um momento sentiu um arrepio em lembrar o fim de Camilo e Rita... “credo que horror!” pensou.
         Tomara que a cliente que estava a consultar não fosse sua conhecida, coisa desagradável encontrar conhecidos nesse lugar, o que iriam pensar? Sem contar a pergunta cretina que fazem a quem está esperando, como que a justificar a presença ali: “tu acreditas nessas coisas”?
         Acreditando ou não, lá estava a mulher. Suada, vermelha, trêmula, ansiosa. Estava a um passo da verdade. Enquanto esperava conversava com uma simpática menina, filha da Eliane, mas a lembrança da tragédia de Rita e Camilo ainda povoava seus pensamentos. A consulente que estava no consultório saiu. Que alívio! Não era sua conhecida, pelo menos não a ponto de explicarem-se por que estavam por ali.
         Incrível! Eliane não parecia com aquelas figuras caricaturadas que a literatura costuma nos apresentar para caracterizar uma cartomante. Era uma mulher relativamente jovem, com idade semelhante a sua, uns 25 anos aproximadamente. Pele e cabelos claros. Os cabelos conservavam a cor natural, um loiro-cor-de mel, soltos na altura dos ombros, estatura mediana, não era magra, mas não podia ser considerada gorda. Tinha seios fartos, talvez isso lhe desse um aspecto mais cheio. Olhos esverdeados, sorriso claro.
Vestia roupa clara e discreta. Nenhum esmalte nas unhas, nada de maquiagem, nada de turbantes e outros apetrechos. Uma aparência comum, agradável.
                  Mandou que a mulher entrasse. Perguntou-lhe o nome, a data de nascimento. Perguntou quem havia lhe indicado para a mulher. A mulher respondeu que fora uma amiga, aliás, as amigas sempre faziam bons comentários a seu respeito. Eliane tinha um crédito muito grande no seu círculo de amigas e clientes.
         O “consultório” era muito limpo, lajotas brilhantes no chão, uma mesa quadrada com toalha muito alva, duas cadeiras, um ventilador, e um copo de água sobre a mesa. Na parede um enorme quadro com a imagem de São Jorge; ao que a cartomante disse: “é ele quem responde, meu guia!”
         Pediu que a mulher baralhasse as cartas e depois cortasse em três partes. Cortadas às três partes pediu-lhe que escolhesse um montinho. Agarrou o montinho, firmou-o entre as mãos, olhou a consulente nos olhos, sorriu levemente e perguntou quem a mulher queria marcar.
         A mulher totalmente atordoada pela ousadia que tivera indo fazer aquela consulta correspondeu ao olhar firme e respondeu: “meu marido”. A sorte estava lançada... naquele montinho de cartas, seguras entre as mãos fofas da cartomante, estava o grande segredo. Num lampejo ainda lhe voltou à mente a tragédia de Machado.
         A cartomante virou a primeira carta. Apareceu a figura de um homenzinho de terno verde. Virou a segunda carta. Uma raposa com ar sorrateiro. A terceira carta – uma mulher de vestido claro, cortado na cintura e saia aramada, como os modelos dos anos 60.
         Eliane olhou fixamente para as três cartas abertas em cima da mesa. Seu rosto ficou sério. Olhou para a mulher que ansiava por escutá-la. Sem hesitar, sem medo de errar a cartomante foi taxativa: “teu marido tem outra mulher”.
         Pasma pela sentença que acabara de ouvir, a mulher pouco prestou atenção aos detalhes que faziam parte da história. Oura vez à memória o trágico fim de Rita e Camilo... Contudo ainda registrou que o caso era sério e que a raposa era alguém que ela conhecia, e que familiares da raposinha conviviam com a mulher. Descreveu a outra nos mínimos detalhes. O conselho da mãe estava decifrado! A maldita raposa era irmã de Alice. As crianças que Alice levara ao show, em companhia da mulher e seus filhos, eram os filhos da raposa.
         E agora, o que a mulher faria com essa revelação? Como dizer ao marido que sabia de tudo? Como inquirir o marido com base em uma consulta à cartomante?
         O marido, se bem o conhecia, riria dela...  chamar-lhe-ia de otária, dando ouvidos a esse tipo de gente. Juraria que era mentira, compraria umas panelas novas, um fogão novo, um sofá novo - era seu costume, para aliviar-se de algum pecado, equipar a cozinha com as novidades do momento; e proibiria a mulher de voltar naquela charlatã. 
          Que dom teria a cartomante para conhecer os segredos mais resguardados? Que dom é esse de dominar mistérios? E o que fazer com revelações chocantes e imutáveis?
         O que a mulher faria com aquele segrede descoberto? Juntando as peças ela sabia que a cartomante dizia a verdade, mas o marido negaria, com base na cartomante. Os amigos prefeririam não se meter. E agora... “e agora José?” 
         A mulher estava convicta da traição e da raposa, porém não podia dar como testemunha uma cartomante. Agora, diante da verdade, havia uma questão de honra, uma atitude precisava ser tomada. Afinal todos esperam uma atitude que dê um fim digno a um caso assim. A atitude demorou um pouco, mas veio. Era preciso provas que vieram em abundância, e não apenas revelações de uma cartomante.
         Não houve nenhum crime para lavar honras feridas. O fim foi menos drástico - uma separação apenas, que doeu tanto quanto a morte, não foi um crime passional, mas foi uma morte; a morte de um sonho que enlutou a mulher por muito tempo.
         O marido continua odiando cartomantes e a mulher, pelo menos uma vez por ano, faz uma consulta, pois acredita em bruxas e que elas existem... existem.

Reflexões sobre minhas vivências de leitura


Reflexões sobre minhas vivências de leitura

Interessante, como antes de hoje, eu nunca havia feito esse tipo de reflexão... E agora, com uma prazerosa saudade remexo meus arquivos. E não são traças que encontro em tão antigos guardados, mas lembranças, quase palpáveis, da nossa “biblioteca” (um móvel comum, que ainda hoje, está lá, na casa de mamãe) – carregada da coleção CONHECER, de obras de Sherlock Holmes (hoje descubro que meu pai era fã!), e das maravilhosas revistas do Tio Patinhas, Pato Donald, Mickei... Que o meu pai lia e dava sonoras gargalhadas! Meu Deus, aquela incontida alegria de papai nos despertava a curiosidade, afinal queríamos rir, queríamos, nós também, aquela alegria toda.
Então, nos aproximávamos e ele nos mostrava as personagens e nos contava a história, chamando nossa atenção para os detalhes das imagens, as falas dos balões – o que era choro, o que era riso, pensamento, raiva... e assim tantos outros tipos.
Tive também uma avó que contava longas histórias com descrições riquíssimas em detalhes... Era a vovó Donalda da minha infância. Porém a torta de maçãs era compensada com deliciosos bolinhos de polvilho. Meu super-heroi, o Superpateta, que com um amendoim cheio de poderes, transformava-se no defensor dos oprimidos; a bruxa malvada, a Maga Patológica; e a bruxa atrapalhada, a madame Mim.
Depois, veio o tempo de ir para a escola. Eu era medíocre com fórmulas e números, me davam uma surra! Mas com as letras!... Ah! Com as letras eu era brilhante, pois eu LIA além delas e estava (anteriormente, muito anteriormente!) preparada para as severas questões gramaticais porque eu tive o privilégio desse preparo, em meio às sonoras gargalhas de meu pai – que hoje repito em frente aos meus alunos – e os percebo com a minha antiga curiosidade - e os doces e macios bolinhos de polvilho da vovó Adony-Donalda.
Acho que vou parar de escrever... As lágrimas me saltam dos olhos.
Valeu vovó, valeu papai!
Nossa Biblioteca...





















POESIA NO ÔNIBUS - CONCURSO LITERÁRIO

POESIA NO ÔNIBUS
A Casa do Poeta de Caçapava do Sul, em parceria com a empresa Viação Caçapavana Ltda (VICALTUR) promeveu O Primeiro Concurso de Poesias no Ônibus, para revelar talentos literários do município e de cidades vizinhas. Com tema livre, o concurso teve dezenas de trabalhos inscritos, e posteriormente divulgados nos transportes coletivos da empresa parceira.
Cleana Brum, que diferentemente dos outros concorrentes, inscreveu APENAS  um trabalho, que foi classificado em 3º lugar. A entrega da premiação foi em 20 de Setembro, na Sede da Casa do Poeta Clara Haag Kipper, em Caçapava do Sul.



O Trofeu (escultura em ferro)

Com Felicia, presidenta da Casa do Poeta de Caçapava  (CAPOÇA)



Casa do Poeta "Clara Haag Kipper"




















Jornal "A FONTE" de São Sepé, em 1º de Outubro de 2010.


























O texto...







































segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

MOSTRA DE TRABALHOS

A Despedida... em 10.12.2010

“Conviver com a poesia permite-nos estar de olhos abertos, olhando além do que se vê, percebendo outros detalhes dentro dos contornos visíveis” (Fernando Pessoa)



E foi assim... impregnados de poesia que percorremos essa etapa de nossa vidas. Buscamos através de diversas linguagens a expressão poética. Produzimos durante o ano letivo de 2010 o trabalho que ora apresentamos.



Foram quatro anos de caminhada, lado a lado, construindo, conhecendo, estreitando laços. Agora, vencida a primeira etapa, preparados para os próximos empreendimentos e rumos diferentes que darão as suas vidas, concluem o ensino fundamental e despedem-se da “Chananeco” os http://www.scribd.com/doc/26276433/NARRADORES-DA-CHANANECO- 2007 . Para esse momento de despedida prepararam um momento especial.



Então, na segunda mostra de trabalhos, os Narradores fizeram uma ciranda de versos que envolveu muitos dos participantes, que redescobriram a ludicidade dos brinquedos de criança, e recitaram quadrinhas populares. Houve recitação de poesia pela aluna Paloma Lopes, que declamou versos de sua autoria; Renata Lopes e Paloma Lopes cantaram “Tordilho Negro”, no que foram acompanhadas pela plateia. Os rapazes cantaram a irreverência dos “Mamonas Assassinas”. Assim entre cantos e versos os Narradores da Chananeco despediram-se da sua querida escola.



Fica aqui o meu muito obrigada, pelas suas presenças na minha caminhada, vocês iluminaram o meu caminho, podem ter certeza.



Logo ali, em 2020, temos um encontro marcado para abrirmos a cápsula do tempo.



Até lá, meus queridos filhotes.



Abração da professora

CLEANA



A turma - 8ª série de 2010







Ciranda, Cirandinha, vamos todos cirandar...


"Roda, roda, viva... roda, roda, vem... me passaram a mão"


"Atirei um limão..." a professora Cláudia Gressler disse verso na roda!

"O anel que tu me deste era vidro e se quebrou..."


"Tordilho Negro berrava na espora..." Paloma e Renata são ovacionadas pela plateia.


"Raios..." Mamonas Assassinas em nova versão... rsrsrs

Os astros: Luca, Guilherme, Fabiano, prof. Cleana, Patrick, Gustavo


quarta-feira, 17 de novembro de 2010

AS CARTAS VENCEDORAS DO CONCURSO LITERÁRIO












Primeiro lugar: PALOMA LOPES
(Pseudônimo: Sarita)


Segundo Lugar: GUILHERME SILVEIRA
(Pseudônimo: Byllie Joe)


Terceiro Lugar: Vitória Couto
(Pseudônimo: Vivi)


CONCURSO LITERÁRIO NA ESCOLA CORONEL CHANANECO - Gênero CARTA

 
Com finalidade de coroar o projeto Correio-elegante foi criado o primeiro concurso literário da Escola Municipal Coronel Chananeco. O concurso privilegiou o gênero carta, dado que esse foi amplamente trabalhado durante os meses de vigência do projeto. O tema da carta foi “Carta aos mineiros resgatados no Chile”, fato que sensibilizou e mobilizou as atenções mundiais.

O concurso teve regulamento elaborado pela professora de Língua Portuguesa, Cleana Brum, em colaboração com o secretário da escola e acadêmico do curso de Espanhol, pela UFPEL, Diego Scherer.

Participaram alunos de 5ª a 8ª série da Escola Coronel Chananeco. Os trabalhos foram julgados por integrantes da Casa do Poeta de Caçapava do Sul que tiveram dificuldades em escolher apenas três, pois foram apresentados trabalhos de excelente qualidade.

Os vencedores ganharam livros e certificado de participação. Para o 3º e 2º lugar foram presenteados livros de autor sepeense: O Cofre, de Afif Neto, e para o 1º lugar - “Cartas entre amigos”, de Padre Fábio de Melo e Gabriel Chalita. Foram classificados: primeiro lugar Paloma Lopes (8ª série); em segundo lugar Guilherme Silveira (8ª série) e em terceiro lugar Vitória P. Couto (8ª série). Emocionados os alunos festejaram momento marcante em suas vidas.

O concurso teve total apoio da equipe diretiva, Isaura Figueira e Loreni Ávila, que não mediram esforços para o sucesso do evento, e que a partir de dessa data se realizará todo ano, nessa mesma época, integrando outras escolas e fazendo parte da semana da cultura do município.

A ocasião foi momento significativo para a história da escola que inaugurava a ampliação do seu espaço físico. É o correio-elegante fazendo história...

Os vencedores: Guilherme Silveira (2º lugar); Vitória Couto (3º lugar e
Paloma Lopes (1º lugar) Prof. Cleana - atrás.





Professora Cleana, Paloma Lopes e Drª Isabel Simões
(Presidente da Fundação Cultural Afif Filho)
 



Professora Cleana e Diego Scherer (secretário
da escola e acadêmico de Espanhol - UFPEL)
  

Professora Cleana entregando cartas do correio-
elegante.



Os premiados em companhia do professor Leonardo.


 Secretária de Educação professora Paula Machado e sr. Pedro Nalvo Nascimento, representando a deputada Maria do Rosário.


As cartas trazem boas notícias...  Lia e Paloma


A entrega do novo prédio. Professoras Paula Machado (secretária de educação),
Isaura Figueira (diretotra) e Pedro Nalvo Nascimento (representando a dep. Maria do Rosário)


"Aqui nasceu  Vasco Antônio da Fontoura Chananeco"


"Porque veio a saudade visitar meu coração..." Larissa e Bruna.